quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quadros de uma exposição,


de Mussorgsky, serviu de guião, de percurso melódico, de atmosfera para o meu livro. Para os diferentes instantes melódicos tentei conceber correlativos textuais.
Por seu turno, os quadros evocados por Mussorgsky foram por mim elididos.
Os seus espaços, as molduras que restaram, foram por mim preenchidos por quadros que participavam das minhas idiossincrasias.
Daí a referência a O'Keeffe.
Já os anjos seriam a presença mais real da viagem por este museu imaginário.

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