segunda-feira, 7 de maio de 2018

Acabou de sair

A minha poesia reunida - os livros antes editados, e um inédito.

Convite

terça-feira, 24 de abril de 2018

Finalmente à venda

Na próxima quinta-feira, pelas 18.30h, em Évora, durante o Encontro Nacional da APEAA, Antonio Sáez-Delgado apresenta. A 14 de Maio, pelas 18.30h, em Lisboa, na Imprensa Nacional, apresenta Isabel Pires de Lima.

Sugestão de leitura

Para quem esteja interessado em reflectir, com seriedade, rigor e densidade, sobre os tempos que correm, e a identidade europeia, em particular, aqui vos deixo a sugestão de leitura de um texto que não se deve ignorar,Radix, Matrix - Community Belonging and the Ecclesial Form of Universalistic Communitarism, de Teresa Bartolomei.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Atenção, Americanistas!

Nestes versos do Uncle Bob, é o Manifest Destiny que ecoa, não é verdade? "Oh the history books tell it/ They tell it so well/ The cavalries charged/ The Indians fell/ The cavalries charged/ The Indians died/ Oh the country was young/ With God on its side." Mas é preciso ler o resto para percepcionar o debunking.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Evangelho segundo Lucas

revisitado pelo grande Dante Gabriel Rossetti em "Ecce Ancilla Domini!".
A sua irmã Christina, inspirou a sua figuração de Maria, e o seu irmão William Michael, a do anjo Gabriel. De notar o modo como ele representa a perturbação de Maria. Eis o passo de Lucas: "Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela."

(Turner) Um apontamento

de Andrew Graham-Dixon a propósito das aguarelas feitas por Turner aquando da sua estadia na mansão do patrono das artes George O'Brien Wyndham em Petworth: "The watercolours he painted during hi several visits to Petworth amount to a diary of the house. They are full of enigmatic details which, filtered through Turner, combine the mundane with the phantasmal. An unmade bed, no one in it, becomes a scarlet apparition of sensuality, sexiness transmuted into sheer, heavy color. Billiard players [primeira imagem] loom as black and strange silhouettes out of a sunburst of light and color. To look through Turner's painted journal is to see him suddenly and marvelously accelerate towards the brilliance of his maturity. (...) Many of his Petworth works are watercolours, and this marks the moment when he realized that the watercolour was central to his art, not a peripheral, minor form of as it was generally regarded at the time. He began to import the effects of watercolour into oil painting, a process which reached its first fluid climax in a large oil painting called Interior at Petworth [segunda imagem]." (Andrew Graham-Dixon, A History of British Art)