Escreve Manuel Castro Caldas a propósito da pintura de Miguel Branco:
"Chamamos pintores aos que obsessivamente voltam ao cadáver da Pintura, como a um grande amor, buscando uma plenitude sempre adiada. Pouco importa de não se encontra isso que no desejo se configura, que no desejo assombra: uma obliquidade habitará a viagem de 'retorno', fará dela uma construção, um construtivismo."
A pintura de Miguel Branco seduz pela fina ironia que perpassa o seu diálogo com a História da Arte através das suas margens, dos seus detalhes, dos seus fragmentos, das suas quase invisibilidades.
A não perder na Assírio & Alvim.
Hoje, ao fim do dia, pelas 18.30h, mais precisamente, na FNAC do Chiado, este yours truly apresenta o livro de Aurélio Lopes, Videntes e Confidentes - Um estudo sobre as aparições de Fátima.
Bom dia!
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