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David Byrne sempre primou pela ironia, por uma forma algo indirecta de evocar o mundo que o rodeia, o seu mundo; e de o olhar criticamente. Por exemplo, quando a SIDA determinava mudanças de comportamentos afectivos et al, ele abordava assim um encontro amoroso: "I met my love at a funeral./ I'm tired of goodbyes and burials."
Muito mais explícito, Lou Reed escrevera "The Halloween Parade."
Boas músicas!
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